Dizer que Salvador é apenas um destino turístico é cometer um equívoco geográfico e espiritual. A capital baiana, primeira sede do Brasil, não se visita; ela se experimenta através dos poros, do paladar e, principalmente, do ritmo. Em 2026, a "Roma Negra" reafirma sua posição como o coração pulsante do Nordeste, equilibrando a herança colonial com uma efervescência cultural que não para de se renovar.





