REDAÇÃO
Enquanto o mundo moderno exalta a produtividade ininterrupta e o sacrifício de horas de descanso, a ciência caminha na direção oposta. Estudos recentes reafirmam que o sono não é um estado passivo de "desligamento", mas sim um dos processos biológicos mais ativos e essenciais para a manutenção da vida humana. Dormir bem não é um luxo, é uma necessidade fisiológica que atua como uma verdadeira "faxina cerebral".




