REDAÇÃO
O que antes era uma solução restrita a consultórios urológicos para tratar disfunções orgânicas tornou-se, nos últimos anos, um item comum em bolsos e baladas. A tadalafila, fármaco desenvolvido para o tratamento da disfunção erétil (DE) e hiperplasia prostática benigna, vive um fenômeno de uso indiscriminado. Sem prescrição médica e motivados pela busca por um "superdesempenho", homens - cada vez mais jovens - estão ignorando os riscos de transformar um medicamento em um acessório de lazer.
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